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13/02/2007

Achadiça Vs Cingab

Geração 2000

Venham rapazes e raparigas

No Carnaval não há cansaço

Tragam amigos e amigas

Entrem na marcha do Paço

Achadiça

Esse desdém que me faz

Por não saber bem rimar

é por não ter coisas más

Do meu Rossio Falar

Cingab

Combate Total Paço vs Rossio
em http://carnavalcanas.blogspot.com/

foto Pombo Correio

12/02/2007

Carnaval em Canas de Senhorim _ 2007

Aproveite esta época do ano e venha a
Canas de Senhorim
por Portuga Suave

Para além do fantástico carnaval de cariz popular que se desmarca dos habituais cortejos abrasileirados que ocorrem por esse país fora, pode aproveitar para admirar a robustez arquitectural que o granito imprime às nossas casas e desfrutar da maravilhosa paisagem que o manto de neve da serra proporciona.

Situada entre a Serra da Estrela e a Serra do Caramulo disponibiliza a quem a visita óptimas condições de alojamento e dispõe de excelentes restaurantes onde pode encontrar uma ampla diversidade de soluções gastronómicas, todas com o cunho típico dos sabores e costumes da região.

Passei-se palas redondezas e aprecie o encanto e a hospitalidade das gentes que povoam as aldeias vizinhas. Repare nos campos, na lavoura e nas casas típicas construídas em granito e madeira. Tire partido da génese rural que ainda caracteriza a vivência dos seus habitantes.
Aventure-se pelas matas adentro e contemple pausadamente a fantástica profusão de cores. Delicie-se com os cheiros e com a vivacidade do amarelo com que, por esta altura do ano, as mimosas e as giestas timbram a vegetação.
Após a digressão, saboreie o precioso vinho do Dão que, de braço dado com a morcela, a chouriça, a fatia de queijo da Serra e um naco de broa, lhe hão-de aconchegar a alma e aquecer o corpo.
Por tudo isto e por tudo aquilo que aqui não cabe, venha passar o Carnaval a Canas de Senhorim.
DIVIRTA-SE PARTICIPANDO NO CARNAVAL DE CANAS

Canas de Senhorim Carnaval _ 1953

Rancho das Rosas Pequenas do Bairro do Rocio
Canas de Senhorim _ 1953

11/02/2007

António João Pais Miranda (II)

(Carregar na imagem para ampliar)


Marcha Inédita
António João Pais Miranda


Farpas & Tix
Agradecimento: Grupo de Teatro Pais Miranda

arame, ferro e madeira

O Despique
por Cristalinda
Sobressalta-me a ideia do Carnaval. Desde pequena nutro um desvario emocional por esta época do ano que conflui inevitavelmente naqueles três dias alucinantes.A minha mãe impunha-me condições para marchar no corso do Rossio. Os tempos eram de encarniçada competição e bastas vezes a alegria transformava-se em violência. Assim, no despique, tinha que prometer que a minha participação se limitaria às orlas da confusão, onde o olhar protector da minha mãe lograsse alcançar o suposto comedimento. Que inveja tinha do meu irmão, isento das grilhetas do bom senso que me eram impostas a mim.Ainda assim, e salvaguardada pela desculpa dos empurrões, mal a cambada do Paço arremetia ao tradicional encontro, atirava-me de alma e coração para o meio da contenda gritando pelo meu Rossio até que a voz se sumisse. Parecia uma boneca de trapos dentro de uma máquina de lavar roupa a 80º e em plena centrifugação. Ali é que a mãe não me ia buscar. Mas por azar, lá vinha o meu irmão armado do seu poder paternal pôr ordem na desmiolada. Lá voltava à segurança da orla, contrariada. Recuperado o fôlego, aproveitava uma desatenção da mãe e ala que se faz tarde, irrompia aos saltos por entre os matulões do Paço que, dada a minha tenra idade, subestimavam a minha garra e abriam alas à minha intrepidez.Extenuada mas convicta que, sem a minha presença o Rossio não lograria vencer, voltava para casa de lagrimazita no olho, a pensar com os meus botões porque é que o Carnaval passava tão depressa.Precisava de uma mês para recuperar da saudade que se me instalava na alma. E não eram raras as vezes que, pela calada do dia, eu própria ia fazer o enterro do meu Carnaval. Qualquer resquício de um carro alegórico servia para cumprir as exéquias. Ali ficava acariciando as flores que a chuva já desbotara, adorando os interstícios de arame, ferro e madeira que tinham na sua glória efémera encantado os meus olhos agora tristes e pesarosos. Bem sabia que para o ano havia mais, mas o tempo de uma criança esgota-se no momento presente. Foi assim durante muitos anos.Agora já não salto nem grito no despique, mas a comoção e a emoção ainda vivem dentro de mim. De tal forma que invariavelmente me humedecem os olhos quando os dois bairros se cruzam, como se naquele momento passasse por mim toda a minha vida e todas as recordações projectassem a história da minha própria existência. É assim o carnaval de Canas.
foto Rui Pina
Cristalinda escreve no blog

10/02/2007

Carnaval de Canas de Senhorim 2007

2007 _ O melhor Carnaval de sempre?

Salão de Baile _ 1961

doc arq. mun. Amef

08/02/2007

árvore do Entrudo

O Carnaval
por Galinha Riça

Deus criou o paraíso de Canas de Senhorim. Deslumbrado com a Sua obra decidiu habitá-la. Primeiro criou o bairro do Paço. Depois, das entranhas deste, tirou um pedaço e formou o Rossio.Os dois bairros conviveram harmoniosamente durante muito tempo, usufruindo das dádivas terrenas que generosamente Deus lhes tinha concedido, até que um dia, cansados pelo tédio da eterna felicidade que lhes tinha sido destinada, ousaram desafiar a graça divina.No jardim paradisíaco que habitavam havia uma árvore encantada cujo fruto se supunha capaz de curar os males da alma e do corpo - a árvore do Entrudo. Os seus frutos continham o doce veneno de Afrodite e proporcionavam delírios alucinogénios fantasiosos, estimuladores dos comportamentos mais estouvados. Deus tinha-lhes recomendado que não ousassem provar de tal fruto, pois, embora sedutor, simbolizava a origem do mal e quem dele provasse ficaria eternamente condenado.Contudo, o Rossio, mais jovem e como tal mais ousado, não resistiu ao encantamento e colheu o fruto proibido. Porém, receoso dos seus efeitos e da condenação divina deu-o a provar inicialmente ao Paço. Este, ainda que hesitante, não se fez rogado e caiu na tentação. Logo uma força desconhecida lhe retemperou a alma e as cores. Desatou aos saltos e aos gritos num histerismo misto de alegria e de loucura. O Rossio não lhe ficou atrás. Acabaram por devorar o fruto em três dias de folia e algazarra descontrolada.No último dia, quando do fruto já só restava uma dentada, gerou-se a controvérsia. Quem é que merecia o último pedaço, quem é que por direito deveria prolongar a euforia. Ocorreu logo ali uma grande zaragata e um despique fervoroso entre os dois bairros para decidir quem sairia victorioso na apoteose final. Em suma, quem ficaria com a derradeira trincadela do fruto da árvore do Entrudo. Quem ganharia o Carnaval.Foi nessa altura que, irrompendo do Seu sossego celeste, surgiu Deus. Ainda estremunhado por ter sido arrancado ao Seu sono divino pelo desaforo dos beligerantes, apresentava um semblante carregado, nada próprio da Sua habitual placidez. Dirigiu-lhes a palavra num tom pouco amistoso:- O que vos disse eu quanto à arvore do Entrudo?- Mas, Senhor a culpa foi do Rossio, que não atendendo à Tua recomendação colheu o fruto… – desculpou-se o Paço.- Mas quem lhe tomou o gosto foste tu – retorquiu o Rossio.Deus impacientou-se e mandou-os calar. Depois na Sua eterna sabedoria sentenciou:- Perante o vosso desrespeito condeno-vos a ambos a digladiarem-se perpetuamente uma vez por ano, durante três dias e, para remissão do pecado, a arderem em praça pública ao quarto dia. Além disso, tu, Paço, por terdes aceite comer do fruto proibido, haveis de marchar eternamente para o Rossio, para aí te sujeitares ao confronto.Regozijou o Rossio, com a sentença aplicada ao Paço. No entanto…- E tu Rossio, por terdes desobedecido às minhas ordens, até ao fim dos tempos nunca haveis de ganhar um só confronto. Cumpra-se a minha vontade.E assim, ao longo dos anos se tem cumprido a vontade de Deus em Canas de Senhorim. E assim será até à eternidade. Ámen.
Bons repenicos
Crónicas da Galinha Riça - O Carnaval

06/02/2007

António João Pais Miranda (I)

(Carregar na imagem para ampliar)


António João Pais Miranda

Farpas & Tix
agradecimentos: Grupo de Teatro Pais Miranda


05/02/2007

Momentos 06

Carnaval de Canas de Senhorim 2006
fotos Horácio Peixoto

03/02/2007

Sentir o Rossio...

Pérolas do Rossio
Carnaval de Canas de Senhorim 06
foto Pombo Correio

Carnaval 2007

Carnaval de Canas de Senhorim 2007

29/01/2007

Anos 50

Carnaval de Canas de Senhorim _ 1952
largo do Rossio

28/01/2007

memória 06

Smile
Carnaval de Canas de Senhorim - Portugal
© J.Fonseca, Portugal 2001-2007

27/01/2007

Carnaval 06

wow, a photographer!
Carnaval Canas de Senhorim - Portugal
foto Joaquim Fonseca

25/01/2007

O delírio

Despique final entre os Bairros do Rossio e Paço nas 4 esquinas

Um post para consumo interno

por Portuga Suave

O Carnaval de Canas recebe milhares de visitantes. Muitos deles vêm de longe, por iniciativa própria ou a convite hospitaleiro de amigos ou familiares. Todos trazem na expectativa assistir e desfrutar o evento. Uma das particularidades do nosso Carnaval que fazemos questão em transmitir aos forasteiros é a rivalidade entre Paço e Rossio e a apoteose final que tem lugar nas Quatro-Esquinas, onde os referidos bairros se “confrontam” num frente a frente emocionante – o Despique. Se queremos que o evento seja devidamente apreciado tem que ser realizado de dia, não só porque os visitantes têm tendência para abandonar a vila antes do anoitecer, mas também pela impossibilidade de registar em filme ou fotografia aquele momento.Também o palco onde decorre o Despique é insuficiente para acolher foliões, carros alegóricos, bandas, tractores, camiões, geradores, marchas e espectadores. Nem é tanto o problema dos participantes activos que me preocupa, a esses até enalteço a presença e a confusão de som e cores com que preenchem o espectáculo, mesmo com alguns exageros de permeio. O problema é a falta de espaço e de perspectiva que a assistência tem. Os que ficam atrás, como pouco ou nada conseguem ver, precipitam-se sobre os da frente empurrando-os para o já exíguo palco onde decorre a festa. Não obstante tornarem o espaço ainda mais pequeno e os problemas de segurança maiores, continuam privados de assistir convenientemente ao delírio que entretanto tem lugar no largo.
Creio que tudo isto poderia ser obviado se o espaço privilegiado do terreiro da capela de S. Sebastião fosse devidamente aproveitado. Para o efeito bastaria a Junta de Freguesia recorrer a uma empresa especializada, daquelas que montam estruturas provisórias em forma de anfiteatro. Com estas alterações toda a gente ganhava: ganhava a assistência que poderia usufruir de luz e perspectiva para ver, fotografar ou filmar o Despique, ganhavam os corsos que dispunham de mais espaço para dar azo à confraternização, ganhava o público que não coubesse na plataforma, pois ficaria com mais espaço nas imediações, e ganhava o nosso Carnaval que proporcionaria assim melhores condições para se apreciar o espírito e a euforia vividos no único e fervoroso turbilhão carnavalesco do país.
Estas sugestões não são novas. Já por diversas vezes foram comentadas e genericamente apoiadas. Porém passam-se os anos e nada acontece. Haverá inconvenientes? Quais? Será muito caro? Quanto? Será inércia? Até quando? Todos sabemos que a melhor promoção que se pode fazer a um evento é mostrando-o. Mesmo que as estações de televisão cá viessem que imagens conseguiriam obter (eu não tenho um único vídeo decente do Despique)? Durante a tarde, do ponto de vista da imagem, a expressão do nosso Carnaval não difere muito de outros que se realizam pelo país. Se não conseguimos mostrar aquilo que verdadeiramente nos distingue o que é que fica? Ok, um Carnaval para consumo interno. Mas mesmo para nós eu gostaria que fosse um pouco mais e melhor.


Anos 50

Carnaval de Canas de Senhorim _ Anos 50

24/01/2007

Carnaval |Memória 2006|

Carnaval_ Canas de Senhorim _2006

22/01/2007

18,19 e 20 de Fevereiro

Carnaval de Canas de Senhorim
401 anos de Loucura, Folia & Liberdade
Paço vs Rossio

17/01/2007

carnavalcanas.blogspot.com