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22/08/2006

1º Foral de Canas de Senhorim

El Rey D. Sancho I de Portugal
Monumento ao 1º Foral de Canas de Senhorim 1196
...villam quam dicimus Cannas.Est autem in terra et in termino de Seniorim(...)
EGO REX DOMNVS SANCIVS CONF.
Novembro 1186
Carta de Couto de Canas de Senhorim

08/08/2006

Percursos Pré-Históricos



O monumento megalítico da Orca das Pramelas em Canas de Senhorim, foi descoberto em 1985 por Horácio Peixoto, durante os trabalhos de prospecção efectuados pela equipa do Projecto de Estudo Arqueológico da Bacia do Alto e do Médio Mondego_ por João Carlos Senna Martinez e António Carlos Valera. Apresenta-se-nos como sendo um monumento de «planta trapezoidal, com nove esteios na camara , três deles na cabeceira, com um pequeno corredor constituído por seis esteios , abrindo a leste»
EvaristoJ.Pinto
in Canas e Senhorim , História e Património, JFCdS_96

28/07/2006

Cannas de Senhorym



Solar Abreu Madeira

20/02/2006

Património da Humanidade*

O Carnaval de Canas de Senhorim
António João Pais Miranda
in Canas de Senhorim História e Património
Resultando da rivalidade entre dois dos bairros mais representativos da terra,(Paço e Rossio) o Carnaval de Canas de Senhorim, segundo reza a história, desde há 300 anos se vem realizando regularmente, sempre actual e rejuvenescido, sem todavia por em risco a genuinidade que o caracteriza.
Para além de integrar motivos comuns a outros carnavais designadamente o cortejo alegórico, que nos principais dias da festa, calcorreiam as ruas da vila, o Car­naval de Canas detém todavia, características muito próprias que lhe conferem um cunho extremamente popular, sendo estes festejos carnavalescos, considerados"sui generis na região.
Logo a partir do primeiro dia de Janeiro e antecedendo a data que o calendário propõe para a realização do Carnaval, os canenses vivem de forma intensa toda uma série de brincadeiras inofensivas, quase todas redundando em motivo de confrater­nização entre novos e velhos.
Efectivamente, o que para o comum dos cidadãos nada quererá dizer, tem para as gentes de Canas um significado especial. Referimo-nos aos célebres pizões, pane­ladas, farinhadas, cegadas, batatada, queima do entrudo, etc., que constitui a parte mais rica do Carnaval desta industrial Vila.
Os pizões, por exemplo, são uma inofensiva brincadeira, consiste em depen­durar de uma pedra presa por um cordão a porta do canense visado, sendo o mesmo accionado de longe, o que obriga os proprietários a levantar-se, seja a que horas for da noite, e vir até à porta saber quem é. É claro que nunca sabem quem os procura. Ocasiões há no entanto, em que este pizão tem um sentido polivalente, pretendendo motivar uma confraternização entre visitante e visitado. Daí o facto comum de às tantas horas da noite se assar umas chouriças caseiras acompanhadas de broa e do famoso vinho do Dão. Quanto à farinhada, "pobre" da cachopa da terra que tenha a veleidade de, na segunda feira de Carnaval até ao meio dia, sair à rua, nem que seja para ir à fonte. É que os jovens foliões nessa manhã, estão de olho à espreita para enfarinhar a primeira que lhes surja pela frente. Se as farinhadas são mais destinadas às jovens, o mesmo não acontece com as paneladas, que nor­malmente visam atingir os mais velhos da localidade. Pela calada da noite ou do dia, uma panela de barro cheia de bogalhas, é arremessada sub-repticiamente para o inte­rior das silenciosas habitações provocando desusado estrondo, e pondo, natural­mente os cabelos em pé das velhinhas atingidas. Mas, também aqui, as bogalhas podem dar lugar a nozes ou avelãs, quando se pretende agradecer algo a alguém.
Como nota curiosa, registe-se que quando o visado não recebe bem a folgança, o que raríssimas vezes acontece, os promotores não desistem. Antes pelo contrário redobram a malícia e só param quando forem aceites.
*Pizão a Património da Humanidade por proposta de Cingab in http://canasesenhorins.blogspot.com/

29/12/2005

clama,silencioso...



[...] Colocado no Largo a que deu nome, apresenta ainda o granito alvo. Não sendo o Pelourinho original, é um monumento, porque está agarrado à História do velho burgo municipal. Perpetua a memória de tempos idos e clama, silencioso, por esses foros municipais perdidos.
O Pelourinho de Canas de senhorim-Antº José Cardoso de Oliveira-Canas de Senhorim_História e Património-JF,1996

25/10/2005

Sangue

D. Sancho I
Segundo rei de Portugal, filho de D. Afonso I e de D. Mafalda.
Casou em 1174 com D. Dulce de Aragão. Por volta de 1170 passou a comparticipar da administração pública, pois o seu pai estava doente. Após a morte de seu pai foi solenemente aclamado em Coimbra.
Foi um grande administrador, tendo acumulado no seu reinado, um verdadeiro tesouro. Protegeu a fomentou a indústria, o povoamento das terras foi uma das suas maiores preocupações, criou concelhos e concedeu cartas de foral. Conquistou Silves, que era na altura uma cidade com 20000 a 30 000 habitantes a uma das mais ricas cidades do ocidente peninsular e também Albufeira.
No campo da cultura, o próprio rei foi poeta e enviou muitos bolseiros portugueses a universidades estrangeiras.


D. Jorge (Portugal no seu melhor...)

11/07/2005

Património

05/07/2005

3º Foral










D.SanchoI

Em 1186, em escritura assinada por D.Sancho I(...) Canas é encoutada em benefício pessoal do Bispo de viseu(...) ficando desintegrada da Terra de Senhorim.














D.Manuel I

D.Manuel I concede em 1514, 2º foral a Canas, regendo o pagamento de "quartos oitavos e dizimas"(...) Com este foral passou canas a reger-se como Concelho pertencente à Coroa.(...)
assim se manterá mais de 300 anos(...) até 1863(...)





Assembleia da República,2003

1 de Junho de 2003, BE, PCP, OsVerdes,CDS/PP e PSD aprovam a Restauração do Concelho de Canas de Senhorim.







J. Sampaio mata o sonho de gerações...Porquê?

Quem é que vai atribuir a Canas de Senhorim o 3º foral?
Não há duas sem três!

28/06/2005

símbolo

27/06/2005

[ Carta de Couto de D. Sancho I _ 1186 ]

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, amen. Reconhecem todos os homens que tenham ouvido ler esta carta que eu , Dom Sancho, Rei dos Portugueses por graça de Deus com a minha única esposa, rainha D. Dulce e com os meus filhos, rei D. Afonso e rainha D. Sancha instituimo-vos a Carta de Couto, sendo Bispo de Vizeu, D. João. Garantimos, pois nos marcos erguidos para sinal de Couto, ratificamos esta vossa propriedade que designamos Cannas, situada na terra e no termo de Senhorym.


in "Canas de Senhorim-História e Património" ed. Junta de Freguesia de Canas de Senhorim, 1996