22/08/2006
08/08/2006
Percursos Pré-Históricos
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28/07/2006
Cannas de Senhorym
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20/02/2006
Património da Humanidade*
Para além de integrar motivos comuns a outros carnavais designadamente o cortejo alegórico, que nos principais dias da festa, calcorreiam as ruas da vila, o Carnaval de Canas detém todavia, características muito próprias que lhe conferem um cunho extremamente popular, sendo estes festejos carnavalescos, considerados"sui generis na região.
Logo a partir do primeiro dia de Janeiro e antecedendo a data que o calendário propõe para a realização do Carnaval, os canenses vivem de forma intensa toda uma série de brincadeiras inofensivas, quase todas redundando em motivo de confraternização entre novos e velhos.
Efectivamente, o que para o comum dos cidadãos nada quererá dizer, tem para as gentes de Canas um significado especial. Referimo-nos aos célebres pizões, paneladas, farinhadas, cegadas, batatada, queima do entrudo, etc., que constitui a parte mais rica do Carnaval desta industrial Vila.
Os pizões, por exemplo, são uma inofensiva brincadeira, consiste em dependurar de uma pedra presa por um cordão a porta do canense visado, sendo o mesmo accionado de longe, o que obriga os proprietários a levantar-se, seja a que horas for da noite, e vir até à porta saber quem é. É claro que nunca sabem quem os procura. Ocasiões há no entanto, em que este pizão tem um sentido polivalente, pretendendo motivar uma confraternização entre visitante e visitado. Daí o facto comum de às tantas horas da noite se assar umas chouriças caseiras acompanhadas de broa e do famoso vinho do Dão. Quanto à farinhada, "pobre" da cachopa da terra que tenha a veleidade de, na segunda feira de Carnaval até ao meio dia, sair à rua, nem que seja para ir à fonte. É que os jovens foliões nessa manhã, estão de olho à espreita para enfarinhar a primeira que lhes surja pela frente. Se as farinhadas são mais destinadas às jovens, o mesmo não acontece com as paneladas, que normalmente visam atingir os mais velhos da localidade. Pela calada da noite ou do dia, uma panela de barro cheia de bogalhas, é arremessada sub-repticiamente para o interior das silenciosas habitações provocando desusado estrondo, e pondo, naturalmente os cabelos em pé das velhinhas atingidas. Mas, também aqui, as bogalhas podem dar lugar a nozes ou avelãs, quando se pretende agradecer algo a alguém.
Como nota curiosa, registe-se que quando o visado não recebe bem a folgança, o que raríssimas vezes acontece, os promotores não desistem. Antes pelo contrário redobram a malícia e só param quando forem aceites.
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29/12/2005
clama,silencioso...
[...] Colocado no Largo a que deu nome, apresenta ainda o granito alvo. Não sendo o Pelourinho original, é um monumento, porque está agarrado à História do velho burgo municipal. Perpetua a memória de tempos idos e clama, silencioso, por esses foros municipais perdidos.
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25/10/2005
Sangue
Casou em 1174 com D. Dulce de Aragão. Por volta de 1170 passou a comparticipar da administração pública, pois o seu pai estava doente. Após a morte de seu pai foi solenemente aclamado em Coimbra.
Foi um grande administrador, tendo acumulado no seu reinado, um verdadeiro tesouro. Protegeu a fomentou a indústria, o povoamento das terras foi uma das suas maiores preocupações, criou concelhos e concedeu cartas de foral. Conquistou Silves, que era na altura uma cidade com 20000 a 30 000 habitantes a uma das mais ricas cidades do ocidente peninsular e também Albufeira.
No campo da cultura, o próprio rei foi poeta e enviou muitos bolseiros portugueses a universidades estrangeiras.

D. Jorge (Portugal no seu melhor...)
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11/07/2005
05/07/2005
3º Foral

D.SanchoI
Em 1186, em escritura assinada por D.Sancho I(...) Canas é encoutada em benefício pessoal do Bispo de viseu(...) ficando desintegrada da Terra de Senhorim.
D.Manuel I
D.Manuel I concede em 1514, 2º foral a Canas, regendo o pagamento de "quartos oitavos e dizimas"(...) Com este foral passou canas a reger-se como Concelho pertencente à Coroa.(...)
assim se manterá mais de 300 anos(...) até 1863(...)
Assembleia da República,2003
1 de Junho de 2003, BE, PCP, OsVerdes,CDS/PP e PSD aprovam a Restauração do Concelho de Canas de Senhorim.
J. Sampaio mata o sonho de gerações...Porquê?
Quem é que vai atribuir a Canas de Senhorim o 3º foral?
Não há duas sem três!
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28/06/2005
símbolo
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27/06/2005
[ Carta de Couto de D. Sancho I _ 1186 ]
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, amen. Reconhecem todos os homens que tenham ouvido ler esta carta que eu , Dom Sancho, Rei dos Portugueses por graça de Deus com a minha única esposa, rainha D. Dulce e com os meus filhos, rei D. Afonso e rainha D. Sancha instituimo-vos a Carta de Couto, sendo Bispo de Vizeu, D. João. Garantimos, pois nos marcos erguidos para sinal de Couto, ratificamos esta vossa propriedade que designamos Cannas, situada na terra e no termo de Senhorym.
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