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15/02/2007

Núcleo Filatélico e Numismático da AHBVCS

Núcleo Filatélico e Numismático
da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários
de Canas de Senhorim

Fundado em 18 de Setembro de 1976, o Núcleo Filatélico e Numismático da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim, afirmou-se no panorama nacional da filatelia e da numismática através das diversas actividades promovidas neste âmbito.

Creditado pelo Federação Portuguesa de Filatelia, é Sócio-Fundador da Associação de Filatelia da Região Centro (AFIREC) e regularmente patrocinado pela própria federação e pelos C.T.T., nas Mostras Filatélicas integradas no Plano Exposicional Nacional.

É pertinente observar que a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim, foi a primeira, a nível nacional, a integrar um núcleo filatélico na sua organização e que a actividade desenvolvida ao longo dos anos lhe confere a particularidade de serem dos poucos que mantêm uma estrutura exposicional em Portugal.

Das várias iniciativas levadas a cabo destacam-se:

  • 1ª Mostra Filatélica, integrada nas Festas da Vila (13, 14 e 15 de Agosto de 1977)
  • Mostra Filatélica, pela ocasião do seu 10º aniversário (17 a 21 de Setembro de 1986)
  • Mostra Filatélica, integrada nas comemorações das Bodas de Diamante da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim (12 a 15 de Janeiro de 2006)
  • Mostras Numismáticas em Canas de Senhorim (uma na Sede da Associação e outra na Escola C+S Eng. Dionísio A. Cunha)
  • Promoção do 1º. Salão de Artesanato de Canas de Senhorim (de 8 a 11 de Novembro de 1985, com 50 participantes)
  • Homenagem a José Adelino Colaço de Vasconcelos (“Homenagem a um Salatina”)
  • Participação em diversos certames organizados por outras entidades ((Casa Beirão Serrano; Carregal do Sal (Câmara Municipal); Nelas (Feira do Vinho); Viseu (Loja do Cidadão/CTT); Oliveira do Hospital (Club de Caça e Pesca); Lisboa (Fed. Port. Filatelia); Ovar, Seia, Coimbra; várias Escolas Secundárias (inc. Eng. Dionísio A. Cunha))
  • Participação em Seminários, Congressos e Acções de Promoção da Filatelia, um pouco por todo o País
  • Participação em duas Exposições de Medalhística em Nelas
  • Elaboração de catálogos e edições no âmbito da sua especialidade

  • Cumpridos 30 anos de existência em 2006, salienta-se o seu dedicado contributo associativo e cultural à comunidade, patenteado nas diversas acções desenvolvidas, na qualidade dos trabalhos apresentados e na divulgação desta actividade junto das camadas mais jovens, através de Mostras Filatélicas que lhes são, em parte, dedicadas.

    O elevado prestígio que alcançaram no panorama da Filatelia e da Numismática Nacional, eleva e enobrece o nome da Vila de Canas de Senhorim, pelo que, aos seus associados, é devido o mérito e o reconhecimento no trabalho desenvolvido.


    Contributos
    Amef
    Fernando Cunha

    Associação 06


    Diploma Centauro de Honra 2006
    _ Prémio Associação 06_
    Núcleo Filatélico e Numismático da Associação Humanitária
    dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim

    31/10/2006

    Edições do Núcleo Filatélico

    Lenda do Pai Mouro (Lugar do Paimouro)

    Já se perguntaram porque é que o Brasão de Armas da Vila de Canas de Se­nhorim tem 2 cavalos?

    Os estudiosos de heráldica dizem que os cavalos simbolizam valores como a Nobreza, a Lealdade, a Generosidade, a Valentia, que assim caracterizam uma popula­ção. A memória popular explica o significado dos símbolos de uma forma mais empírica.

    Depois da invasão árabe (que aconteceu em 711) alguns moradores destas terras, que não eram árabes, adoptaram os seus usos e costumes, e por isso se chama­vam de moçárabes. Nessa altura viviam em quintas, dedicavam-se à agricultura e ti­nham muitos cavalos. Conta a lenda que um tal moçárabe, de nome D. Paio, o Mouro, tinha uma dessas quintas no lugar que agora se conhece por esse nome. Era frequente acontecerem escaramuças entre os mouros e alguns nativos, sobretudo quando os árabes faziam incursões pelas quintas para arranjarem mantimentos e cavalos. Uma ocasião a Quinta de D. Paio foi cercada e ele teve de mandar pedir ajuda a outras quintas que havia em Algerás. Dois cavaleiros saíram quando a noite caiu, e ficou-se à espera que voltassem com reforços. No dia seguinte de manhã o pequeno exército invasor, que não seria mais do que um pequeno grupo, começou a ouvir o barulho de um grande tropel, e grandes nuvens de poeira. Como eram poucos e não queriam morrer ali, levantaram o cerco e "ala que se faz tarde". Algum tempo depois voltaram à Quinta os dois cavaleiros, sozinhos. Tinham ido pedir ajuda, mas não a tinham conse­guido, pelo que se lembraram do estratagema de pôr os cavalos a bater os cascos nos grandes penedos, para fazer eco e parecerem muitos e de arrastarem uma espécie de charrua, numa terra, recentemente lavrada, para criar a nuvem de poeira que os invaso­res tinham visto.

    História contada pelo falecido Sr. António João Pais Miranda

    por Ana Mouraz
    CANAS DE SENHORIM Os Lugares e os Nomes_Edição de Núcleo Filatélico e Numismático da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim

    29/10/2006

    Edições do Núcleo Filatélico


    Desenhos de Cardoso Oliveira

    25/10/2006

    Canas de Senhorim _ Os Lugares e os Nomes

    CANAS DE SENHORIM Os Lugares e os Nomes

    Ana Mouraz
    in catálogo do Núcleo Filatélico e Numismático da AHBVCS

    O Núcleo Filatélico pediu-me que escrevesse 2 páginas sobre o Património Cultural de Canas de Senhorim, num ângulo diferente daquele com que outros escreve­ram sobre o tema, nos 4 catálogos que o Núcleo já publicou. Esta é uma tentativa de dar conta da tarefa...

    Qualquer obra da especialidade identifica cultura como a mais valia que os seres humanos acrescentam à sua vida biológica. Incluem-se nessa mais valia as gran­des obras do génio humano, desde a Arte à Ciência, mas também os instrumentos e os usos que lhes são dados e, ainda, as narrativas, mais ou menos fantasiosas, que um determinado grupo social arranja para explicar como qualquer coisa passou a ser, ou a chamar-se como tal.

    Daí que este meu ângulo pretenda associar a toponímia (os nomes dos luga­res) com as explicações lendárias que lhes estão na origem. Não se trata, como é evidente, de património cultural material, mas mesmo esse nada significa se não for objecto de uma interpretação, que lhe confira significado e valor1. Trata-se de contar pequenas histórias de anti-heróis que a memória colectiva foi guardando, e passando de geração para geração. A identidade do nosso espaço público de canenses está, também, aí.

    As lendas que a seguir se recontam foram recolhidas da oralidade. É possível que existam outras versões: cada um conta a história como a sente. Nem por isso tem menos realidade.

    1 De que adianta ter uma Igreja que é monumento barroco se as pessoas não sabem o que isso significa? Como pode preservar-se o que não se conhece?

    Lenda da Zefa da Feira

    (Rua da Zefa da Feira - Canas de Senhorim)

    O REI D. CARLOS I (1863-1908)*

    Por trás da Praça existe uma rua que há alguns anos atrás foi rebaptizada com o nome de zefa da Feira. Alguns dos moradores ainda hoje continuam a chamar à sua rua, rua da Lage, que é o nome que tinha então, talvez porque não saibam que a Zefa da Feira foi a responsável pela criação da feira mensal em Canas. Mas não é essa a história mais interessante desta vendedeira de pão-de-ló. Conta a lenda que numa das vezes que D. Carlos veio a esta zona, porque a rainha D. Amélia vinha fazer termas na Felgueira, a zefa da Feira avistou-o e achou que ele era um bonito homem – um verdadeiro Rei. Vai daí deve ter conseguido arranjar uma estampa com a figura do rei que passou a venerar como uma figura divina. Quando foi o regicídio e depois a implantação da Repú­blica, a Zefa da Feira manifestou-se ruidosamente contra tais acontecimentos. Por isso foi presa, sob a acusação de crimes políticos. Esteve presa durante dois dias, que foi o tempo que a polícia levou a descobrir que a zefa da Feira não percebia nada de política, nem era um perigo para a República, apenas estava apaixonada pela linda figura do rei D. Carlos.

    Rainha D. Amélia
    Frequentava as Termas da Felgueira

    *Rei da quarta dinastia e o 13° rei de Portugal, filho primogênito do rei D. Luís I e da rainha D. Maria Pia, nasceu em Lisboa em 28/09/1863.

    Foi batizado com o nome de Carlos Fernando Luís Maria Vítor Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis José Simão de Bragança Sabóia Bourbon Saxe-Coburgo Gota.

    Material do NFNAHBVCS enviado por Amef

    20/10/2006

    Núcleo Filatélico e Numismático [Catálogos]


    logotipo NFNAHBVCS

    Design e desenhos de Cardoso Oliveira

    Catálogo Mostra Filatélica 2001

    Catálogo da Mostra do Núcleo Filatélico e Numismático da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim _ 25 º Aniversário _ 2001

    Docs enviados por Fernando Andrade da Cunha

    Núcleo Filatélico e Numismático [Edições]

    "Alminhas" do Paço - Canas de Senhorim -
    desenho de Cardoso Oliveira

    04/09/2006

    Núcleo Filatélico e Numismático

    Mostra de catálogos(históricos) editados pelo Núcleo Filatélico
    Fotos F.A.Cunha

    Exposição comemorativa dos 30 anos do Núcleo Filatélico e Numismático da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim.
    O Núcleo Filatélico dos Bombeiros de Canas, já reconhecido a nível nacional, é dos poucos que mantêm uma estrutura exposicional em Portugal.
    Esta "façanha", deve-se a uma pessoa que a ele se tem dedicado de corpo e alma, o Sr. Cardoso de Oliveira, assim como, ao Sr. Rogério dos CTT e a outros que por carolice, teimam em nao desistir da filatelia em Canas de Senhorim.
    Fica também aqui o reconhecimento mais do que merecido às direcções da A. H. B. V. CdS. pelo apoio "logístico" e por serem uma das poucas associações a terem um núcleo filatélico agregado à sua estrutura.
    Bem hajam por este espaço.
    Fernando Cunha

    XXX



    Exposição Comemorativa dos 30 Anos do Núcleo Filatélico e Numismático da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim.