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12/01/2009

Sport Vale de Madeiros e Benfica


http://svmbfutebol.blogspot.com/

Desde Agosto de 2008 o Sport Vale de Madeiros e Benfica conta com dois espaços na Net, o blogue do SVMB em http://svmbfutebol.blogspot.com/ e o site oficial do clube em http://svmbclube.com.sapo.pt. Administrados e desenvolvidos por Daniel Monteiro preenchem uma lacuna que já se fazia sentir no espaço “internáutico”. Os pergaminhos do clube estão certamente bem entregues e a simpática localidade de Vale de Madeiros de parabéns. Felicidades para os projectos.

09/12/2008

Para os amantes de automóveis

23/06/2008

Lendas [ Cova dos Franceses _ Vale de Madeiros ]

Lenda do Buraco dos Franceses

(Cova dos Franceses - Vale de Madeiros)

Há em Vale de Madeiros, no caminho que desce para o rio uma bifurcação, que termina de modo brusco, numa ravina. Chamam a este sítio buraco ou cova dos france­ses. Conta a lenda que, aquando das invasões francesas, um destacamento do exército de Massena, passou por aqui para fazer os seus saques. A população não lhes resistiu, pois não tinha como e até lhes deu comida e muito vinho. Por isso todos os soldados apanharam uma grande bebedeira. Foi então a vez dos habitantes que, armados de foices e varapaus, empurraram a legião para a dita ravina, livrando-se dos franceses, ainda que pelo preço de muitos quartilhos de vinho.

História contada pelo falecido Sr. João Duarte

por Ana Mouraz*

* Canas de Senhorim "Os Lugares e os Nomes"

Edição do Núcleo Filatélico da AHBV Canas de Senhorim

14/06/2008

Vale de Madeiros de futuro!

09/10/2007

Vale de Madeiros, essa bela localidade


    Vamos lá ganhar apetite para o jantar. Foi assim que começou o passeio a Vale de Madeiros.
    O percurso é campestre, ladeado ora por campos agrícolas ora por agradáveis pinhais. Ao longe, a solidez da Serra da Estrela sob os últimos raios de sol desvenda sombras subtis, contornos singulares dignos de apreciar. A espaços o caminho é flanqueado por ostensivas moradias de inspiração imperial, clássicas no traçado, com colunas, capitéis e arcos, mas modernas na construção, sinais de um novo riquismo emergente. O São Bernardo dá um ar da sua graça ao ver passar os intrusos. Com a indolência que lhe é característica arrasta-se pelo extenso relvado ajardinado, solta o vozeirão em dois breves latidos e recosta-se indiferente. Um cão proporcional à casa, comentamos. Melhor para ele, a serra deve-lhe reconfortar a memória genética, não é como alguns seus congéneres que a única imagem de neve que vislumbram é a do poster suíço na parede da sala, adquirido por 5 euros no Continente da Amadora.
    Estamos numa boa época. O rebanho anda atarefado na pastagem, acautelando a míngua que o rigoroso Inverno anuncia. Desta azáfama há-de nascer o famoso queijo da serra. O campo produz fartura, de tal maneira que o fastio já não dá vazão aos frutos que se acumulam no chão. Maçãs, pêssegos, laranjas, marmelos, uvas, abóboras, tudo jaz ao desbarato para inveja do turista de ocasião.
    Das hortas brotam todo o género de legumes, couves rechonchudas, portuguesas e galegas, alfaces, espinafres, tomates, leiras de nabiças. É um prazer ver esta terra generosa cumprir a sua dádiva sazonal.
    Chegámos à aldeia propriamente dita. Vale de Madeiros é aquela típica aldeia da Beira, casas de granito irmanadas, varandas plantadas de flores, ruas estreitas em piso de paralelos. É bonita, limpa e muito arrumadinha. Já foi dona das águas que deram fama às Termas da Felgueira, facto ainda hoje controverso quanto à divisão administrativa das Caldas da Felgueira. Neste caso não se pode dizer que são águas-passadas, pois Canas de Senhorim nunca digeriu a ganância territorial asnelense. Parece que se vão mudando os marcos conforme as conveniências, ai D. Sancho, D. Sancho que tanta falta cá fazes para repor a verdade da História, mas adiante que Vale de Madeiros é nossa (até ver!)…


    As pessoas são simpáticas, metem-se connosco e posam sorridentes para a fotografia. Deviam ir era por este campo fora ver a cova, diz-nos uma senhora, naquele jeito estridente tão peculiar nas mulheres da beira. Estas mulheres são de força e falam alto. Não se deixam intimidar por citadinos que vêm visitar a sua aldeia. Então e o Convento das Freiras, para que lado é que fica, pergunto eu. Não, disso só lá há duas pedras sem jeito nenhum, vão mas é à cova que vale a pena. Já é tarde, vai ter que ficar para a próxima. Pois é pena, arremata.
    Esta coisa de convidar o pessoal para a cova ficou-lhes das invasões francesas, pensei eu trocista, sabedor da história dos soldados de Napoleão que foram ludibriados por esta gente e se precipitaram abismo abaixo para gáudio da população. Agora é presença obrigatória para visitante! Qual capela, qual Quinta do Queijo, qual quê! Vão mas é à cova ver do que somos feitos. Mulheres valentes, gente capaz.


    Um olhar atento retém uma ou outra curiosidade, como a cruz dos templários que encima o vértice do telhado de uma antiga capela; o detalhe de um varandim onde os gatos acomodam tranquilamente a preguiça; um largo soalheiro no termo da aldeia, orgulhoso do seu humilde cruzeiro; o milho a secar na eira depois de joeirado; os restos ferrugentos da bomba de água. Tudo agradavelmente bucólico.
    Aqui e ali, pequenos gestos domésticos denunciam a pacatez rural das suas gentes. O tempo na aldeia parece que corre mais lento, e o mais interessante é que nos contagia, envolve-nos e acalma-nos. Um passeio destes é uma terapia de sucesso garantido para quem sofre da vertigem da cidade. E isto não é nenhuma piada à Cova dos Franceses.


    Já é tarde. São seis horas. As pessoas regressam dos campos com produtos hortícolas para a janta. O burro puxa a carroça carregada. Sabe o caminho de cor a custo de tanta viagem, e esta, que o traz de volta à palheira, acelera-lhe a marcha.
    Também para nós é hora de jantar. Estugamos o passo à vinda, faz-se tarde e temos à espera uma esmerada açorda de marisco.

    16/06/2007

    Infantis

    SC Vale de Madeiros e Benfica
    VS
    GDR Canas de Senhorim
    _Futebol_Infantis_
    Complexo desportivo de Canas de Senhorim
    Domingo - 17 de Junho
    11:30 horas

    20/12/2006

    Natal em Canas de Senhorim [V]


    A Estação que serve Canas de Senhorim e as Caldas da Felgueira é decorada com azulejos de Francisco Pereira e Licínio Pinto. Representam, entre outros motivos "O Grande Hotel das Caldas da Felgueira(1941). *

    * Jornal Expresso _ Linha da Beira Alta

    Quinta da Lagoa em Vale de Madeiros, Canas de Senhorim , é uma referência no capítulo dos queijos da serra _Luís Maio in Público

    Ponte sobre o Rio Mondego _ Caldas da Felgueira

    Árvores do Grande Hotel das Caldas da Felgueira

    Caldas da Felgueira _ 3525 - 201 Canas de Senhorim

    17/09/2006

    eb1-vale-madeiros.blogspot.com

    S. Nicolau de Vale de Madeiros

    A igreja da nossa terra é feita de granito, restaurada à pouco tempo, é a igreja de S. Nicolau, padroeiro da aldeia. A festa de S. Nicolau é no dia seis de Dezembro. É tradição os mordomos lançarem da torre do sino castanhas cruas para as pessoas apanharem
    in http://www.eb1-vale-madeiros.rcts.pt/nossaterra.htm

    Portfólio Digital
    http://www.eb1-vale-madeiros.blogspot.com/

    10/09/2006

    Penedo da Penha[I]


    Vista para o Rio Mondego

    Vista para a Serra da Estrela _Penedo da Penha _Vale de Madeiros

    Penedo da Penha_Vale de Madeiros

    Foto do Complexo 1 do Penedo da Penha
    Sala Museu de Arqueologia de Canas de Senhorim

    Trata-se de um abrigo que segundo as hipóteses apontadas, teria tido uma ocupação ou utilização atríbuível ao calcolítico avançado/ finalou ainda finais do III milénio, inícios do II milenio a.C. (Estevinha, Martinez e Valera).
    Fica localizado no flanco da encosta da vertente norte do Vale do Mondego a cerca de 1 Km a sul da povoação de Vale de Madeiros.
    O abrigo divide-se em duas salas nas quais foram encontrados vários objectos, nomeadamente olaria fragmentada de fabrico manual(decoradas), lascas e lamelas dce sílex, moventes de mós manuais em granito entre outros.[Evaristo Pinto]
    Canas de Senhorim História e Património

    Qtª da Lagoa_Vale de Madeiros

    Qtª da Lagoa _Vale de Madeiros
    Produção de Queijo da Serra
    Rua da Escola, 107
    Vale de Madeiros
    3525-352 Canas de Senhorim

    Área Geográfica de Produção do Queijo Serra da Estrela

    Um produto natural, um sabor com tradição. É queijo Serra da Estrela, apenas porque é amanteigado? Porque se envolveem panos brancos? Porque se produz nesta região? Não basta parecê-lo!... É muito mais. É o orgulho das famílias que o produzem... É símbolo de resistência contra as "produções em massa". Para a produção do Queijo Serra da Estrela Quinta da Lagoa só é utilizada a produção das suas ovelhas, da raça Serra da Estrela.

    As nossas ovelhas da raça Serra da Estrela após a tosquia no final da época invernal,

    ainda com a serra coberta de neve.
    in http://www.queijoquintadalagoa.com/